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Adoçantes, como escolher o melhor para você?


Todas as vezes que você vai comprar um adoçante você fica na dúvida de qual é a melhor opção para você? Esse problema será solucionado depois que você ler esse post!


A variedade é muito grande, por isso separei para você os adoçantes mais comuns e de uso doméstico.


Talvez, a principal dúvida na hora de escolher um adoçante seja a seguinte: todos os adoçantes são indicados para diabéticos?


A resposta é NÃO! Alguns contém componentes na composição que podem elevar a glicemia como a Frutose e o Agave Azul, por exemplo, dependendo da quantidade consumida.


Mas antes de entrar em detalhes, vamos entender o que são adoçantes e como são divididos.


Os adoçantes dietéticos ou edulcorantes são substâncias químicas, que podem ser naturais ou artificiais e que costumam ser indicados para pacientes com diabetes ou para os que buscam perder peso. Eles podem substituir totalmente ou parcialmente o açúcar, reduzindo o valor calórico das preparações.


Eles são divididos em:


Adoçantes Naturais: são os adoçantes produzidos a partir de elementos naturais como frutas, plantas e mel.


Adoçantes Artificias ou Sintéticos: são os adoçantes desenvolvidos em laboratório.

Adoçantes Nutritivos: são os que contém calorias.


Adoçantes Não Nutritivos: não possuem calorias.


Vou começar explicando sobre os adoçantes naturais. São eles:


Frutose: Encontrada naturalmente nas frutas e no mel, podendo ser usada como ingrediente adicional pela indústria em alimentos e bebidas como suco em pó e refrigerantes, frutas enlatadas, bolos, geleias, doces em pasta, pudins, etc. Recomenda-se que o consumo seja limitado por apresentar calorias e por poder aumentar a glicemia de diabéticos, dependendo da quantidade consumida. Tem poder adoçante 170 vezes maior que o açúcar.

Estévia: Extraída das folhas de Stévia, pode ser utilizada como adoçante de uso geral. Tem sabor semelhante ao do açúcar, porém mais resistente e residual. Adoça até 300 vezes mais que o açúcar. Pode ser usado por diabéticos.


Agave azul: vendido na forma de calda, adoça 1,5 vezes mais que o açúcar comum, contém naturalmente frutose na composição, por isso deve ser consumida com moderação por diabéticos, apesar de possuir baixo índice glicêmico.


Eritritol: é extraído de um tipo de álcool do açúcar sendo, portanto, natural. É encontrado em diversas frutas também . Pode ser aquecido, tem baixo índice glicêmico e não tem sabor residual. É seguro para diabéticos, pois não tem calorias. Apresenta boa tolerância digestiva. Tem poder adoçante de 70% do açúcar.


Agora os artificiais:


Aspartame: atualmente seu uso está liberado como adoçante de uso geral. Não possui sabor residual. É um adoçante nutritivo que fornece 4 kcal por grama. Não deve ser utilizado para fins culinários. Tem poder adoçante 200 vezes maior que o açúcar. É o adoçante possui maior associação com efeitos colaterais e maior grau de intolerância. Não é indicado para fenilcetonúricos, pois contém fenilalanina.


Sacarina: é derivado do petróleo. É o adoçante mais tradicional encontrado no supermercado. É usado como adoçante de uso geral e apresenta sabor residual amargo e metálico. Adoça 300 vezes mais que o açúcar. Não possui calorias, no entanto esse fato não o torna um adoçante saudável. Não é indicado para gestantes.


Ciclamato: assim como a sacarina, é derivado do petróleo e é fácil de ser encontrado em supermercados. Na indústria é, geralmente, usado em associação com a sacarina. Apresenta sabor residual amargo. Adoça 40 vezes mais que o açúcar. Não tem calorias. Pode ser usado em preparações culinárias quentes. Não é indicado para gestantes.


Sucralose: é derivado do açúcar. É amplamente usado pela indústria, assim como os demais adoçantes. É estável em altas e baixas temperaturas, ou seja, pode ser usado em pratos quentes e frios sem modificar o sabor. Não possui calorias. Pode ser usado por diabéticos. Não deve ser consumido em excesso, pois pode provocar efeitos colaterais como dor de cabeça e desconforto abdominal. É o adoçante mais utilizado no mundo.


Os adoçantes devem ser consumidos com moderação. A sensibilidade à cada tipo de adoçante é individual e algumas pessoas podem apresentar intolerância. Nesse caso, se consumido em excesso, pode ocorrer dor de cabeça, diarreia, formação de gases e desconforto abdominal.


As opções naturais são sempre as melhores para a saúde, mas os adoçantes artificiais também podem ser consumidos com segurança, por isso a venda é permitida!


E aí, me contem, foi esclarecedor? Você decidiu qual é o melhor adoçante para você?


Se surgirem dúvidas, deixem nos comentários!


Beijos da Nutri. Até o próximo post!








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